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Centro de Engenharia Biológica cria nova linha de investigação
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Centro de Engenharia Biológica cria nova linha de investigação

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Braga

2018-07-12 às 09h00

Redacção

Expansão do centro integra ainda a criação de dois grupos de investigação, um dirigido para a área alimentar e outra na saúde, marcando o crescimento do CEB para o Porto.



Uma nova linha e dois grupos de investigação, a expansão para o Porto e a integração de 20 novos colaboradores são factores que comprovam a fase de forte crescimento e afirmação do CEB - Centro de Engenharia Biológica da UMinho, no panorama da investigação científica nacional.
A nova linha de investigação autonomiza o trabalho já realizado na área alimentar, dado o forte crescimento do número de projectos de investigação e da colaboração com o tecido industrial relacionados com este sector.
Quanto aos dois novos grupos, um deles será também dirigido para a área alimentar e o outro, na área da saúde, marca o crescimento do CEB para o Porto, com a incorporação de um laboratório sediado no ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto com 20 novos colaboradores.
A expandir-se no sector alimentar com a criação desta nova linha, o CEB passa a ter um papel reforçado no desenvolvimento de novas tecnologias e na criação de produtos alimentares com grande valor acrescentado, mais saudáveis e nutritivos, dando assim espaço ao crescimento e surgimento de novos projectos que, por sua vez, ajudarão a que o centro seja cada vez mais uma referência e reconhecido como uma das maiores estruturas científicas a nível nacional. Com a criação desta nova linha o objectivo passa por intensificar a investigação de excelência, melhorando a funcionalidade, qualidade, segurança e valor nutricional dos alimentos. Ao mesmo tempo serão associadas tecnologias avançadas na produção alimentar, tendo por base a biotecnologia, respondendo aos desafios colocados pela Indústria 4.0 e fomentando o reforço da colaboração entre o mundo industrial e académico.
Um dos focos do desenvolvimento deste sector assenta numa política de economia circular, em que o CEB responde ao propósito de utilizar de forma responsável os recursos, quer a nível ambiental quer económico, explorando novas oportunidades de investigação, a fim de obter alimentos mais saudáveis, de melhor qualidade e que respondam às expectativas e necessidades dos consumidores. Com o avanço da investigação neste campo é expectável um aumento do potencial tecnológico.
Ao mesmo tempo que surge esta nova linha, são ainda criados dois novos grupos de investigação. O Fit, grupo de investigação em tecnologia e inovação alimentar, vai permitir uma maior aposta na investigação de excelência com a integração de tecnologias avançadas, utilizando uma abordagem biotecnológica. No caso do Biomark, trata-se de um grupo de investigação que tem contribuído para a evolução no contexto médico e industrial, com a criação de (bio) nanomateriais funcionais e de biossensores, com foco no desenvolvimento de soluções para o diagnóstico, a monitorização e o tratamento de doenças, nomeadamente doenças cardiovasculares, cancerígenas e associadas ao envelhecimento.

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