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As Nossas Escolas

2018-03-24 às 07h59

Miguel Viana

Vereador da CDU Carlos Almeida visitou a Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão e ficou a par das várias anomalias que afectam o estabelecimento de ensino. Assunto vai ser levado à próxima reunião do executivo municipal.

O vereador da CDU na Câmara Municipal de Braga, Carlos Almeida, defendeu, ontem, que a autarquia bracarense deve dar o primeiro passo para a requalificação dos edifícios da Escola EB 2/3 Frei Caetano Brandão.
Em declarações aos jornalistas no final de uma visita à escola, Carlos Almeida alegou que a edilidade tem capacidade para fazer intervenções naquele estabelecimento de ensino.
O município devia, no nosso entendimento, dar o primeiro passo. Não cabe à administração central vir aqui olhar e fazer um orçamento do que é necessário. O município tem responsabilidades sobre as escolas do ensino básico e já devia ter feito o recenseamento das necessidades e pedir uma comparticipação da administração central, defendeu Carlos Almeida

Entre as principais carências apontadas por Carlos Almeida está a necessidade de um pavilhão para a prática desportiva (obrigando a que os alunos se desloquem ao Gimnodesportivo situado junto às Piscinas de Maximinos, a cerca de 200 metros da escola), o piso degradado do campo de futebol. O município asumiu, no ano passado, com os responsáveis da escola a substituição do piso dos campos desportivos e não concretizou. Essa é uma emergência que põem em causa o sucesso da prática desportiva e a segurança dos alunos, considerou Carlos Almeida.
O vereador comunista disse ainda que não é verdade que a escola precise de um investimento de muitos milhões de euros. Precisa de requalificação e de alguns equipamentos que são necessários.
O assunto vai ser levado à próxima reunião do executivo municipal.

O director do Agrupamento de Escolas de Maximinos (que engloba a Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão), António Pereira, declarou aos jornalistas que a escola, que tem 36 anos, nunca sofreu nenhuma intervenção para além das pequenas reparações, nomeadamente ao nível das caixilharias. O mesmo responsável explicou ainda que tem procurado obter o mesmo tratamento dado às escolas que já foram remodeladas, pelo que nao queremos ser relegados para uma cauda ao nível das condições de trabalho, até porque não estamos na cauda ao nível da preparação do nossos alunos. Nós precisamos que seja dado o primeiro passo e que se comece por orçamentar as obras para fazer face às necessidades. O importante é que a requalificação se faça, disse António Pereira.

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