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Câmara de Vila verde defende respeito por vontade das populações
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Câmara de Vila verde defende respeito por vontade das populações

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Cávado

2018-08-26 às 14h37

Redacção

Perante a possibilidade de reverter a agregação de freguesias consumada em 2012, o Município de Vila Verde defende que deve ser respeitada a vontade das populações, seja qual for o seu sentido.

Numa altura em que a Assembleia da República se prepara para apresentar e debater propostas de lei para uma nova reforma administrativa das freguesias, a Câmara de Vila Verde vem a público referir que “aguardará serenamente a definição dos novos critérios de desagregação ou fusão de freguesias” e afirma-se “peremptoriamente como um parceiro primordial nas reivindicações das respectivas populações”.
Em comunicado, a autarquia liderada por António Vilela recorda que a reforma administrativa aprovada em 2012 foi “uma das medidas mais difíceis de implementar em Portugal”. No caso concreto, Vila Verde com a reorganização administrativa do território de 2012 passou das suas 58 freguesias para as actuais 33, detendo neste momento duas das maiores agregações do País, a União de Freguesias da Ribeira do Neiva (composta por sete antigas freguesias) e a União de Freguesias do Vade (cinco antigas freguesias).

O presidente da Câmara considera que “uma vez que ainda não se conhecem os parâmetros e em que moldes será a lei criada, é por isso ainda bastante precoce opinar sobre o novo mapa de freguesias que poderá surgir. Contudo, posso afirmar taxativamente que será respeitada a vontade dos órgãos das autarquias locais e dos respectivos munícipes. Se a opção for reverter as actuais agregações e se essa possibilidade se enquadrar legalmente, é nossa missiva estar ao lado da vontade da maioria dos munícipes”.
Vilela advoga que “a reorganização administrativa de 2012 permitiu criar escala e aumentar as competências delegadas nas novas freguesias”. Para além disso, “e para suprimir alguns receios de que as antigas freguesias acabassem, o Município de Vila Verde e as ‘novas’ Juntas de Freguesia, com a sua programação cultural fizeram questão de manter sempre a identidade das 58 freguesias. Contudo, temos consciência e admitimos que poderão existir agregações da actual organização do território que, hoje, não reflectem a vontade da maioria da população e/ou não corresponderam às expectativas traçadas inicialmente. Pois, no que depender de nós, nesta temática será a população a ter a última palavra”, afirmou.

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