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Arcos de Valdevez: “Promovemos o concelho com mais oportunidades”
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Arcos de Valdevez: “Promovemos o concelho com mais oportunidades”

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Alto Minho

2018-07-12 às 06h00

Miguel Viana

Comemoração do Dia do Concelho serviu para o presidente da Câmara Municipal dos Arcos de Valdevez apontar os vários investimentos que permitiram tornar o concelho mais atractivo.

“Arcos de Valdevez é uma terra de oportunidades”. A ideia foi defendida pelo presidente da Câmara Municipal dos Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves, na cerimónia comemorativa do Dia do Concelho (11 de Julho), que ontem decorreu na Casa das Artes.
O autarca afirmou ainda que o município tem desenvolvido estratégias para tornar o concelho mais atractivo e inclusivo.
“Temos dado passos significativos na construção de um concelho mais inclusivo e atractivo, com mais oportunidades”, indicou João Manuel Esteves, apontando uma governação mais próxima das pessoas e uma gestão mais criteriosa, com a participação das pessoas.
O edil arcuense lembrou também que a câmara que lidera atingiu, no ano passado, “a maior execução do orçamento dos últimos anos. Mais de 24 milhões de euros. A dívida foi reduzida em um milhão de euros e foi reforçado o investimento em mais de três milhões, nomeadamente nos apoios às juntas de freguesia”.
João Manuel Esteves elencou ainda os principais investimentos da autarquia nas mais variadas áreas, da educação e cultura ao ambiente e actividades económicas, para concluir que “promovemos o concelho com mais oportunidades”.
Apontando ao futuro, o autarca revelou que no início do próximo ano “os processos crime vão voltar a poder ser julgados no Tribunal dos Arcos de Valdevez”.
Prevê-se, ainda, o alargamento da àrea de recuperação urbana às freguesias de Soajo, Ermelo e Sistelo.
João?Manuel Esteves defendeu também a descentralização de competências e a existência de políticas de diferenciação positiva.
O presidente da Assembleia Municipal dos Arcos de Valdevez, Francisco Araújo, lembrou que a reforma territorial que levou à junção de freguesias levou ao abandono de muitas populações, pelo que defendeu a urgência da regionalização.
“A existência de um poder político autónomo é condição necessária. Na Europa das regiões, nunca tivemos a destreza de nos adaptarmos a uma gestão moderna”, disse Francisco Araújo.
Outro dos desafios aos territórios do interior apontados por Francisco Araújo, é o da recessão demográfica, pelo que deve ser uma das prioridades dos municípios.
“Esta é, provavelmente, a maior ameaça ao desenvolvimento do interior e à sua sobrevivência. Territórios sem pessoas não se desenvolvem. Esta é a prioridade das prioridades”, disse Francisco Araújo, frisando que é urgente criar “políticas de apoio à família, através de políticas na área laboral, da saúde e outras, que fomentem e protejam a natalidade. As políticas de subsídio por filho tornam-se insuficientes.”
A sessão solene foi antecedida do hastear das bandeiras no edifício da Câmara Municipal dos Arcos de Valdevez, com a presença dos Bombeiros Voluntários dos Arcos de Valdevez e respectiva Fanfarra, do Corpo Nacional de Escutas e da Banda da Sociedade Musical

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