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Braga, segunda-feira

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Braga

2018-09-09 às 18h32

Redacção

Encontro contou com a presença de mais de 100 pessoas, que aproveitaram o momento para rever amizades e recordar os tempos em que moravam na zona. O convívio já se realiza à 24 anos.

Cerca de 110 pessoas participaram ontem no convívio promovido pelo grupo ‘Amigos da Ponte’.
O convívio vai ja na 24ª edição e teve como principal objectivo recordar as amizades e os tempos vividos no Parque de S. João da Ponte.
“Este encontro tem uma importância tão grande, que há pessoas que só se encontram aqui uma vez por ano. Outras vêm de longe de propósito para este encontro. Isto é um convívio que tem 24 anos e vem sempre gente de fora e que não vem cá há muito tempo. Alguns vêm do estrangeiro”, afirmou Joaquim Ferreira, o responsável do grupo ‘Amigos da Ponte’.
O grupo de amigos abrange a Rua da Devesa, o Fujacal, o antigo Bairro do Carandá, o Largo 1º de Dezembro, a zona dos Galos e a zona dos Granginhos.
O encontro incluiu uma missa na Capela de S. João da Ponte pelos amigos falecidos, e um almoço numa quinta da Morreira, seguindo-se uma tarde de convívio, animada pelo grupo de concertinas dos ‘Amigos da Ponte e pelo grupo ‘Bemóis do S. Caetano - Braga’.

A edição do próximo ano - comemorativa dos 25 anos - já está a ser preparada e Joaquim Ferreira manifestou um desejo. “Gostariamos de ter como prenda uma banda de música a tocar no nosso convívio, em frente à capela de S. João da Ponte. Não temos dinheiro, mas gostavamos de ter a banda. Vamos tentar angariar dinheiro para concretizar esse sonho”, disse Joaquim Ferreira.
O grupo ‘Amigos da Ponte’ nasceu em 1994 por iniciativa de moradores da zona. “Foi um grupo de amigos que morava na Devesa e encontravamo-nos poucas vezes. Certo dia juntamo- nos oito ou nove num café e decidimos organizar um grupo. Começamos com 20 ou 25 e depois passamos para 40 e hoje somos mais de 100”, disse Joaquim Ferreira, manifestando o desejo de que esta tradição se possa manter por muitos anos.
“É preciso que os novos comecem a pegar nisto para que este convívio se mantenha”, salientou Joaquim Ferreira.

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