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As Nossas Escolas

2019-12-11 às 11h38

Lurdes Marques Lurdes Marques

EB 2,3 Profrofessor Gonçalo Sampaio celebrou o Dia Internacional dos Direitos Humanos com um ‘abraço gigante’. Acção envolveu cerca de 150 alunos das várias turmas do 7.º ano.

Na Escola EB 2,3 Profrofessor Gonçalo Sampaio, a comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado ontem, terminou com um ‘abraço gigante’. A iniciativa envolveu cerca de 150 alunos das várias turmas do 7.º ano.
Aquele estabelecimento de ensino aderiu, no ano lectivo de 2017/2018, enquanto experiência piloto, ao projecto de autonomia e flexibilidade curricular, experienciando novas formas de promover melhores aprendizagens.

“Há muito, muito tempo, que a escola estava a precisar de uma lufada de ar fresco. A escola, conforme nós a vivíamos, não respondia, de forma alguma, às expectativas dos alunos. Temos que ter em conta que, hoje em dia, temos alunos que, através das novas tecnologias, conseguem aceder ao conhecimento com muita mais facilidade do que acontecia até aqui, o que significa que a escola, tal e qual como estava organizada e como funcionava, não era aliciante”, explicou Luísa Rodrigues, directora do Agrupamento Gonçalo Sampaio, fazendo alusão à adesão ao Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular.

‘Dá a tua mão pelos Direitos Humanos’ foi o tema trabalhado por todas as disciplinas, que resultou em excelentes trabalhos, nomeadamente a ‘árvore dos direitos’, a ‘sopa de letras’ e a exposição ‘Mundos Paralelos’, num grande envolvimento de professores e alunos, que se mostram motivados e empenhados com estas novas formas de aprendizagem.
O primeiro período está a chegar ao fim e a EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio continua sem acesso à internet, o que vem dificultar, e muito, o trabalho de toda a comunidade escolar. A ‘falta de internet’ foi referida aquando da visita às obras que requalificação daquele estabelecimento de ensino, em Setembro, e continua sem solução à vista. O ‘Correio do Minho’ sabe que está a ser estudada uma forma do Ministério da Educação e da Câmara Municipal se entenderem sobre quem tem, efectivamente, de resolver o problema. Em causa estão seis mil euros, valor necessário para que a escola tenha o tão desejado acesso à internet.

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