A elevação de Valença do Minho a cidade é votada sexta-feira na Assembleia da República, na sequência de uma proposta apresentada pelo grupo parlamentar do CDS-PP.
Se a proposta for aprovada, Valença tornar-se-á na segunda cidade do distrito, juntando-se a Viana do Castelo.
'Trata-se de um reconhecimento da estratégia de desenvolvimento seguida nos últimos anos, já reconhecida pelos mais recentes estudos do Ministério do Ambiente, Ordenamento e Planeamento do Território que coloca Valença como uma das cinco novas centralidades potenciais no total do território nacional', sublinhou, em comunicado, fonte da autarquia.
Para o Executivo socialista de Valença, presidido por José Luís Serra, 'a elevação não é um fim, mas sim uma forma de estruturar a planificação futura de Valença'.
'O novo estatuto apresenta-se como um desafio para a afirmação de Valença no contexto nacional, co
m captação de novos serviços e investimentos que possam desenvolver e qualificar o concelho e a região', lê-se no comunicado.
Refere ainda que Valença cumpre os vários critérios para a elevação a cidade, não só por ser o segundo núcleo urbano com mais população do distrito, a seguir a Viana do Castelo, mas, também, pelos vários equipamentos e serviços públicos de que dispõe, bem como as várias acessibilidades que a ligam ao resto do País e à Galiza.
'A estes factores, há que acrescentar a forte dinâmica empresarial recente, com o Parque Empresarial de Valença, a anunciada Plataforma Logística e os interfaces de mercadorias e passageiros do comboio de alta velocidade', acrescenta.
Na sexta-feira, são igualmente votadas as propostas, apresentadas pelo PS, para elevação a vila das localidades do Soajo (Arcos de Valdevez) e Castro Laboreiro (Melgaço), duas das mais típicas aldeias do Alto Minho.
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