Ponte de Lima: Câmara remove amianto de quatro escolas

Alto Minho

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Teresa M. Costa

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A Câmara Municipal de Ponte de Lima compromete-se a remover, no corrente mandato autárquico, as coberturas com amianto das quatro escolas básicas do 2.º e 3.º ciclos que tem sob a sua alçada, trabalhos que avançam com ou sem o apoio de fundos comunitários.
O compromisso foi assumido ontem pelo presidente da Câmara, Victor Mendes, numa visita à Escola Básica e Secundária de Arcozelo, onde os trabalhos de remoção das coberturas de fibrocimento já estão em curso e permitem também acabar com as infiltrações de água.
Acompanhado por mais três vereadores do seu executivo e por técnicos do município, o edil limiano constatou o andamento dos trabalhos que deverão ficar concluídos em duas semanas, a tempo de regresso dos alunos.

Victor Mendes fala de “uma intervenção rápida para não prejudicar o normal funcionamento das actividades escolares”, mas feita por empresas devidamente certificadas, ja que os materiais retirados têm que ser reciclados. Aproveitando também as férias da Páscoa, iniciou-se o mesmo tipo de trabalhos na EB 2,3 António Feijó. O autarca revelou ontem que o município de Ponte de Lima apresentou duas candidaturas, no âmbito do ‘overbooking’ do programa operacional do norte, para comparticipação das obras em curso naquelas duas escolas.
As candidaturas contemplam um investimento global de 250 mil euros, 120 na EB/S de Arcozelo e os restantes 130 mil para a EB 2,3 António Feijó.

A expectativa de Victor Mendes é que as candidaturas sejam aprovadas, mas independentemente disso, o compromisso é retirar o amianto de quatro escolas do concelho no presente mandato.
Além das obras já em curso, o município de Ponte de Lima quer remover as coberturas em fibrocimento das EB 2,3 da Correlhã e de Freixo.
“Vamos ver o resultado das candidaturas para avaliar a disponibilidade financeira para avançar para as outras duas escolas” afirmou o edil. Victor Mendes explica que são quatro escolas que passaram para a alçada do município ao abrigo do contrato de delegação de competências que só contempla 20 mil euros por ano para cada escola para pequenas reparações, tratando-se, neste caso, de intervenções de fundo.
Na EB/S de Arcozelo, chovia dentro das salas de aula. “Não podemos deixar que isso aconteça” salvaguardou o autarca.
O director do Agrupamento de Escolas de Arcozelo, Manuel Amorim, assumiu-se ontem “muito satisfeito com as obras em curso”. “Há alguns anos a esta parte tínhamos problemas com o amianto, mas também com a chuva” explicou, elogiando a solução já que as placas agora aplicadas têm também propriedades térmicas.

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