A ATITUNA — Tuna Feminina da Faculdade de Psicologia e Educação do Porto foi a grande vencedora da 14.ª edição do TROVAS — Festival Internacional de Tunas Femininas, que anteontem se realizou no grande auditório do Parque de Exposições de Braga.
Além do ‘Grande Prémio Trovas-Melhor Tuna’, a ATITUNA levou também para casa o prémio ‘Melhor Solista’.
Destaque ainda para a ‘A Fe-minina’ — Tuna Feminina de Farmácia de Lisboa, que arrecadou três dos sete prémios em jogo: ‘Tuna Mais Tuna’, ‘Melhor Instrumental’, e ‘Melhor Porta Estandarte’.
A TFIST —Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico de Lisboa ganhou o prémio ‘Melhor Pandeireta’.
A Tuna Javeriana, vinda da Colômbia, arrecadou o prémio para a tuna com melhor desempenho no ‘Pass
a-Calles’, que se realizou durante a tarde nas principais ruas do centro da cidade.
Das cinco tunas a concurso, apenas uma, a Católica — Tuna Feminina da Universidade Católica do Porto, saiu de Braga de mãos a abanar.
Organizado pela Gatuna — Tuna Feminina Universitária do Minho, o TROVAS voltou este ano a ser classificado como festival internacional, fruto da vinda da tuna colombiana. Retomou-se assim uma tradição perdida há meia dúzia de edições, mas que as actuais responsáveis pela Gatuna querem manter no futuro.
Sofia Patrão, membro da Gatuna, considera que o festival correspondeu às expectativas, tanto em termos de espectáculo, como na afluência ao público.
O grande auditório do PEB esteve repleto e o público não se cansou de aplaudir as tunas.
“O balanço é claramente positivo”, garante a mesma fonte.
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