As duas bibliotecas de jardim que o pelouro da Cultura da Câmara de Braga de disponibiliza até ao final do mês de Agosto abriram ontem ao público.
Os dois espaços de acesso livre a livros, jornais e revistas funcionam na Avenida Central e no Museu D.Diogo de Sousa.
Quando estiverem concluídas as obras de beneficiação do Parque de S. João da Ponte, será transferida para lá a biblioteca de jardim instalada actualmente no Museu de Arqueologia.
Ilda Carneiro, a vereadora da Cultura, adiantou que o Parque da Ponte contará, permanentemente, com uma biblioteca no período de Verão, junto à videoteca ou ao novo bar restaurante.
Aquela responsável diz que não justificam mais bibliotecas de jardim na zona urbana, lembrando as experiências sem sucesso tentadas em Lamaçães, Fujacal e Bairro das Andorinhas.
Com a entrada em funcionamento da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, a satisfação das necessidades de leitura pública foram salvaguardadas.
Quanto às duas bibliotecas de jardim que têm funcionado nos últimos anos, a vereadora revelou que a sua procura tem vindo a aumentar, sem contudo adiantar números exactos de leitores.
No caso da biblioteca da Avenida
Central, localizada em frente à Basílica dos Congregados, os responsáveis do pelouro da Cultura contabilizam mais de uma centena de utilizadores diários. Grande parte deles são idosos que procuram sobretudo a leitura dos jornais diários.
Muitos frequentadores destes espaços têm solicitado o prolongamento do seu funcionamento até ao final do mês de Setembro, mas Ilda Carneiro considera que tal não se justifica por razões climatéricas e também porque os animadores destes espaços são estudantes contratados pela câmara e inscritos em programas ocupacionais do Instituto Português da Juventude pelo período de dois meses.
O espólio bibliográfico das duas bibliotecas de jardim pertence à Biblioteca Lúcio Craveiro.
Durante estes dois meses estão previstas ‘horas do conto’ e outras iniciativas de difusão do livro e promoção da leitura junto dos mais novos.
De segunda a quinta-feira, as duas bibliotecas de rua funcionam das 10h30 às 13h30 e das 14h30 às 18h30.
Às sextas-feiras, sábados e feriados o horário é alargado das 9h30 às 19h30.
‘Já experimentámos abrir até às 22h00 sem resultados positivos’, referiu ontem a vereadora da Cultura aos jornalistas.
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