Dezassete concelhos do Minho sob declaração de calamidade

Braga, Cávado, Vale do Ave, Alto Minho, Nacional

autor

Teresa M. Costa

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Nove concelhos do distrito de Braga e oito do distrito de Viana do Castelo estão abrangidos pelas medidas preventivas previstas na declaração de situação de calamidade.

O despacho conjunto do Primeiro-Ministro e da ministra da Administração Interna inclui os concelhos de Amares, Cabeceiras de Basto; Celorico de Basto; Fafe; Póvoa de Lanhoso; Terras de Bouro; Vieira do Minho; Vila Verde e Vizela, ou seja, nove dos 14 concelhos do distrito de Braga.
No distrito de Viana do castelo, a situação de calamidade é declarada em oito dos dez concelhos, deixando de fora apenas os concelhos de Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.

De acordo com aquele despacho conjunto, a declaração de situação de calamidade justifica-se “nos distritos e concelhos com índice de risco elevado ou extremo de incêndio” vigorando desde as 14 horas de ontem até às 24 horas de segunda-feira.

As medidas preventivas prevêem o aumento do grau de prontidão e mobilização das Forças Armadas em operações de vigilância, patrulhamento dissuasor, rescaldo e apoio logístico.
Está também prevista a “elevação do grau de prontidão e resposta operacional da GNR e da PSP, com preposicionamento e reforço de meios para operações de vigilância, fiscalização, apoio a evacuações, “considerando-se para o efeito autorizada a interrupção da licença de ferias e/ou suspensão de folgas e períodos de descanso”.

A mobilização em permanência das equipas de sapadores florestais.
O despacho prevê a “suspensão de todas as autorizações de lançamento de fogos-de-artifício que possam ter sido emitidas, nos referidos concelhos e enquanto vigorar o estado de calamidade”.
Está proibida a utilização, em todos os espaços rurais, de todo o tipo de tractores e máquinas agrícolas ou florestais, bem como a realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a motorroçadoras, corta-matos e destroçadores.

O despacho acciona automaticamente os Planos Distritais e Municipais de Emergência.
A título excepcional, o despacho aprova o aumento da mobilização dos bombeiros voluntários do quadro activo dos corpos de bombeiros para reforço da capacidade de resposta operacional.
Por cada dia de empenhamento, os bombeiros voluntários - quer integrem o sector privado ou a Administração Pública, terão direito a dois de descanso compensatório.

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