“Tive que voltar a aprender, como se já não soubesse nada” - parte I

Escreve quem sabe

Com a emergência do pensamento pós-moderno, o totalitarismo de teorias superpotentes, meta-teorias ou meta-ideologias, desaparece. O pós-modernismo favorece as “mini-narrativas”, histórias que explicam práticas e acontecimentos locais em detrimento dos conceitos globais. Assim, a leitura de histórias permite a identificação ou não com os seus autores, com os seus atores, com o enredo, ou simplesmente, com a situação. E faz-nos parecidos, torna-nos idênticos, tornando-se uma mais-valia interessante: permite pensar que afinal não estamos sós no mundo. Essa é também uma mais-valia da ANEIS - ajudar crianças e jovens e as suas famílias a perceber que afinal há meninos e meninas parecidos, com percursos de vida semelhantes. Hoje deixo-vos este excerto de uma narrativa que em tempos escrevi: para entender um pouco a precocidade. E que começava assim: “Pela janela do meu quarto, pequeno e acolhedor, vislumbro, como se a noite falasse, o céu negro cheio de estrelas...

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