Jorge Bernardino, coordenador do Serviço Nacional de Pastoral do Ensino Superior, veio a público criticar “orçamentos megalómanos das semanas académicas”. Um “desperdício dada a crise que vive o país” e um tempo em que “professores não dão aulas e alunos não estudam”, adiantou aquele responsável. O coordenador da Pastoral do Ensino Superior criticou ainda “excessos nas praxes”, aludindo a episódios de ‘bullying’ que “violentam” os alunos que chegam do secundário. Estas são observações claras que não constituem novidade, excepto para quem insiste em ver à luz de uma qualquer lente uma versão diversa da realidade. O facto de ser agora, num tempo com alguma distância em relação aos factos abordados, revela da Pastoral uma reflexão a frio, racional, que se propõe ainda longe dos ruídos das queimas das fitas. Mesmo que as festas sejam suportadas por patrocinadores, o negócio cervejeiro está a preparar-se para...
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